
Sou o inseguro e o incerto, às vezes assusto, não me prendo aos muros e nem sempre sou correto.
Não sinto o que sinto, pois aprendi com o camaleão a me camuflar, assim posso, dependendo do mundo me perder ou quem sabe me achar.
Sou o inseguro, que busca na clandestinidade, entender os sentimentos, guardados a sete chaves, escondidos, esperando um espaço dentro do seu tempo.
Sou o incerto que grita sem ser ouvido, que chama a todo momento, numa busca sem sucesso. Esse é o meu lamento.
Cilnéia Felippe
Não sinto o que sinto, pois aprendi com o camaleão a me camuflar, assim posso, dependendo do mundo me perder ou quem sabe me achar.
Sou o inseguro, que busca na clandestinidade, entender os sentimentos, guardados a sete chaves, escondidos, esperando um espaço dentro do seu tempo.
Sou o incerto que grita sem ser ouvido, que chama a todo momento, numa busca sem sucesso. Esse é o meu lamento.
Cilnéia Felippe
Acho que a insegurança acaba sendo ironicamente a nossa única segurança entre muros, gritos e lamentos.
ResponderExcluirUma poesia mais bonita que a outra hein? Quase dá pra escrever um livro delas já!
Beijos!
tô esperando aquele contato seu.....
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